
A Samsung começou vendendo peixe seco e macarrão — não eletrônicos
A Samsung nasceu em 1938 vendendo peixe seco e macarrão. Só entrou nos eletrônicos 31 anos depois. Veja como essa trajetória redefine o que é estratégia
Categoria
Inovação, produtos digitais e mudanças que redesenham o mercado.
39 conteúdos

A Samsung nasceu em 1938 vendendo peixe seco e macarrão. Só entrou nos eletrônicos 31 anos depois. Veja como essa trajetória redefine o que é estratégia

Em 2016, analistas ridicularizaram a compra do LinkedIn por US$ 26 bilhões. Em 2023, a rede gerou US$ 15 bilhões em receita para a Microsoft

Em 2008, o Airbnb foi rejeitado por sete grandes fundos de VC e sobreviveu vendendo caixas de cereal. O que essa história diz sobre resiliência e risco

A história de como uma cola descartada em 1968 e um marcador de hinário que caía virou o produto mais vendido da 3M, graças a alguém que ignorou o não

William Boeing foi barrado numa feira de aviação em 1916 e respondeu fundando a maior fabricante de aviões do mundo, sendo ele mesmo o primeiro cliente

O Twitter nasceu num pitch de 15 minutos durante uma crise e foi vendido junto com uma empresa falida por 5 milhões de dólares antes de valer 44 bilhões

Em 12 de agosto de 2026 a Europa recebe um eclipse solar total com faixa de totalidade cruzando a Espanha. O próximo será em 2061

Em 1963, Enzo Ferrari insultou um fabricante de tratores. Menos de um ano depois, o Lamborghini 350 GT estreava em Turim

A NASA divulgou panorâmicas de Marte com resolução sem precedentes. Entenda o que as câmeras Mastcam-Z capturam e por que essas imagens importam além da estética

Fundada em 1889 para fabricar cartas de baralho, a Nintendo tentou táxis, hotéis e alimentos antes de descobrir os videogames 87 anos depois

A Burberry reposicionamento dos anos 2000 envolveu esconder o próprio xadrez de 90% dos produtos. O resultado foi um crescimento de dez vezes em valor de mercado

A Mastercard nasceu em 1966 porque um grupo de bancos ouviu um não e decidiu criar sua própria rede. Veja como a rejeição virou US$ 400 bilhões
Usamos cookies próprios para medir o uso do site (métricas anônimas, sem vender dados). Você pode aceitar ou recusar.