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A Pixar era uma divisão de hardware da Lucasfilm vendida por Steve Jobs por US$ 5 milhões — e quase foi vendida para a Microsoft

A Pixar quase foi vendida para a Microsoft em 1994 após anos sangrando dinheiro. Veja como um contrato com a Disney mudou tudo

Um divórcio caro e uma divisão que ninguém queria comprar

George Lucas criou a divisão de computação gráfica da Lucasfilm no início dos anos 1980 com uma ideia clara: usar tecnologia para revolucionar efeitos visuais no cinema. O grupo era genuinamente ta...

O plano que não funcionou: vender hardware caríssimo para quem não precisava

A estratégia inicial de Jobs para a Pixar não tinha nada a ver com filmes animados. A ideia era vender o Pixar Image Computer, uma máquina gráfica de alto desempenho, para hospitais, agências gover...

1994: a quase-venda para a Microsoft

Em 1994, Jobs decidiu que já era suficiente. Colocou a Pixar à venda e começou a conversar com compradores potenciais. A Microsoft estava na mesa. O negócio chegou perto de ser fechado. O que imped...

Toy Story, a bolsa e a virada que mudou tudo

Toy Story estreou em novembro de 1995. Foi o primeiro longa-metragem totalmente produzido em computação gráfica da história do cinema. Não era apenas uma curiosidade técnica: o filme funcionou narr...

A venda para a Disney e o desfecho inesperado

Em 2006, a Disney comprou a Pixar por US$ 7,4 bilhões em ações. Jobs recebeu sua parte proporcional em papéis da Disney e, com isso, se tornou o maior acionista individual da empresa, superando até...

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