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A Pepsi já valeu mais que a União Soviética — e teve a 6ª maior frota naval do mundo

Em 1989, a Pepsi recebeu 17 submarinos soviéticos como pagamento e operou, por alguns dias, a 6ª maior frota naval do mundo

Tudo começou com um copo de Pepsi em Moscou

Julho de 1959. A Guerra Fria estava no auge. Os Estados Unidos e a União Soviética disputavam cada centímetro do imaginário global, cada avanço tecnológico, cada narrativa política. Richard Nixon,...

O que nenhum diplomata conseguiu, um refrigerante conseguiu

A partir daquele gesto, a Pepsi construiu um relacionamento discreto, porém consistente, com o governo soviético ao longo dos anos seguintes. Em 1972, se tornou a primeira empresa ocidental autoriz...

A frota naval mais improvável da história corporativa

Em 1989, na renovação do contrato com o governo soviético, chegou a hora de acertar as contas de anos de operação e de fechar um novo ciclo de fornecimento. O acordo total, estruturado ao longo do...

O que essa história revela sobre presença e oportunidade

É tentador ler essa história como uma curiosidade histórica, uma anedota boa para reunião ou post de LinkedIn. Mas ela carrega algo mais substancial sobre como mercados e relacionamentos funcionam....

A foto que abriu um mercado inteiro

A parte mais interessante de toda essa história não é a frota naval. É a foto de 1959. Um copo de refrigerante passando de mão para mão num galpão de feira em Moscou, entre dois homens em lados opo...

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