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Em 1989 a Pepsi aceitou 17 submarinos e navios de guerra soviéticos como pagamento e se tornou a sexta maior potência naval do mundo por alguns meses
Para entender como uma fabricante de bebidas acabou com submarinos no balanço patrimonial, é preciso voltar a 1972. Richard Nixon viajou a Moscou numa das aberturas diplomáticas mais significativas...
A solução encontrada foi, ao mesmo tempo, simples e completamente fora do manual: a União Soviética pagaria à Pepsi com vodca. Stolichnaya, especificamente. A Pepsi recebia os lotes, importava para...
Quando Moscou voltou à mesa de negociação sem rublos conversíveis e sem vodca suficiente, o governo soviético fez uma oferta que provavelmente nenhum executivo de bebidas esperaria ouvir na vida pr...
A Pepsi não tinha nenhuma intenção de operar navios militares. Não tinha tripulação, não tinha base, não tinha a menor razão estratégica para manter aquelas embarcações. O plano sempre foi simples:...
É fácil olhar para essa história e enxergar só a curiosidade. Mas há algo mais relevante do ponto de vista empresarial. Em 1972, entrar na União Soviética parecia um risco enorme para qualquer empr...