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A Gillette deu barbeadores de graça para bancos — e criou o modelo de negócio mais copiado do século XX

Em 1903, Gillette vendeu 51 barbeadores no ano inteiro. Cinco anos depois, vendia 13 milhões de lâminas. O que mudou foi a forma de cobrar

O inventor que quase afundou com sua própria ideia

Gillette não era um engenheiro de formação nem um cientista com laboratório próprio. Era um vendedor com uma obsessão: criar um produto que as pessoas precisassem comprar repetidamente. A inspiraçã...

Dar o produto de graça não era generosidade: era estratégia

A parceria com bancos americanos e com o Correio dos Estados Unidos parece simples quando vista de fora: Gillette fornecia os cabos dos barbeadores como brinde para quem abria uma conta bancária, c...

O modelo que sobreviveu 120 anos e ainda domina setores inteiros

A Harvard Business Review batizou formalmente a estratégia de razor and blade model (modelo lâmina e aparelho), e Chris Anderson dedicou um capítulo inteiro do livro Free para analisar seu impacto...

Por que esse modelo funciona tão bem, mesmo quando o consumidor sabe que está se

Há algo psicologicamente poderoso no modelo razor and blade que vai além da dependência técnica do produto. O custo inicial baixo reduz a barreira de entrada. Quem recebe um barbeador de graça não...

O que Gillette ensina sobre onde está o valor real de um produto

A história de Gillette é frequentemente contada como um caso de genialidade estratégica. E é. Mas vale olhar para o que estava embaixo da estratégia: uma compreensão muito precisa de onde estava o...

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